{"id":1689,"date":"2026-09-15T12:38:44","date_gmt":"2026-09-15T10:38:44","guid":{"rendered":"https:\/\/coreondu.world\/?p=1689"},"modified":"2026-09-15T12:39:18","modified_gmt":"2026-09-15T10:39:18","slug":"africa-y-la-nueva-economia-de-los-creadores-digitales","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/coreondu.world\/pt\/africa-y-la-nueva-economia-de-los-creadores-digitales\/","title":{"rendered":"\u00c1frica e a nova economia dos criadores digitais"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-block-paragraph\">As redes sociais abriram novas vias para que os criadores africanos conquistem p\u00fablicos, desenvolvam projetos e transformem a cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fados numa atividade profissional. O YouTube, o TikTok e o Instagram permitem que as iniciativas nascidas em <a href=\"https:\/\/coreondu.world\/pt\/ciudades-africanas-que-se-estan-convirtiendo-en-referentes-culturales\/\" type=\"link\" id=\"https:\/\/coreondu.world\/ciudades-africanas-que-se-estan-convirtiendo-en-referentes-culturales\/\">cidades<\/a> como Lagos, Acra ou Nairobi alcancem p\u00fablicos muito para al\u00e9m das suas fronteiras.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a><\/a><strong>Das redes sociais para uma profiss\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O fen\u00f3meno vai al\u00e9m do entretenimento. Os <a href=\"https:\/\/coreondu.world\/pt\/el-auge-del-cine-africano-una-industria-que-conquista-nuevas-audiencias\/\" type=\"link\" id=\"https:\/\/coreondu.world\/el-auge-del-cine-africano-una-industria-que-conquista-nuevas-audiencias\/\">criadores digitais<\/a> tamb\u00e9m se tornaram novos intervenientes na comunica\u00e7\u00e3o, capazes de informar, divulgar e criar comunidades em torno de interesses muito diversos. De acordo com um estudo promovido pela UNESCO, 67% das pessoas entre os 18 e os 35 anos inquiridas em \u00c1frica recorre \u00e0s redes sociais para se informar, enquanto 73% dos criadores entrevistados manifestou interesse em receber forma\u00e7\u00e3o e profissionalizar a sua atividade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta transforma\u00e7\u00e3o est\u00e1 a gerar novas oportunidades, mas tamb\u00e9m coloca desafios. A profissionaliza\u00e7\u00e3o, a verifica\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, a monetiza\u00e7\u00e3o e o acesso \u00e0 forma\u00e7\u00e3o est\u00e3o entre as quest\u00f5es que o setor deve enfrentar para se consolidar.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a><\/a><strong>Uma nova gera\u00e7\u00e3o com o seu pr\u00f3prio p\u00fablico<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A UNESCO come\u00e7ou a dedicar uma aten\u00e7\u00e3o espec\u00edfica a este fen\u00f3meno e, em 2025, reuniu criadores do Gana e da Nig\u00e9ria, juntamente com representantes de universidades africanas, para debater como melhorar a sua forma\u00e7\u00e3o e profissionaliza\u00e7\u00e3o. A organiza\u00e7\u00e3o salienta ainda que os criadores alcan\u00e7am milh\u00f5es de pessoas ou comunidades altamente especializadas, tornando-se atores relevantes no ecossistema digital.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m dos n\u00fameros, as plataformas est\u00e3o a permitir que sejam os pr\u00f3prios criadores a definir que hist\u00f3rias querem contar e como querem faz\u00ea-lo. Humor, m\u00fasica, gastronomia, atualidade, moda ou educa\u00e7\u00e3o coexistem num ecossistema digital em que as fronteiras geogr\u00e1ficas t\u00eam cada vez menos import\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A expans\u00e3o desta nova economia criativa revela, assim, outra dimens\u00e3o do talento africano: uma gera\u00e7\u00e3o que n\u00e3o s\u00f3 consome conte\u00fados globais, mas tamb\u00e9m produz as suas pr\u00f3prias narrativas e encontra na Internet uma forma de as levar a novos p\u00fablicos.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As redes sociais abriram novos caminhos para que os criadores africanos conquistem p\u00fablicos, desenvolvam projetos e transformem a cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fados numa atividade profissional. O YouTube, o TikTok e o Instagram permitem que iniciativas nascidas em cidades como Lagos, Acra ou Nairobi alcancem p\u00fablicos muito para al\u00e9m das suas fronteiras. Das redes sociais para uma profiss\u00e3o O fen\u00f3meno vai al\u00e9m do entretenimento. Os criadores digitais tornaram-se tamb\u00e9m novos intervenientes na comunica\u00e7\u00e3o, capazes de informar, divulgar e criar comunidades em torno de interesses muito diversos. De acordo com um estudo promovido pela UNESCO, 67% das pessoas entre os 18 e os 35 anos inquiridas em \u00c1frica recorre \u00e0s redes sociais para se informar, enquanto 73% dos criadores entrevistados manifestaram interesse em receber forma\u00e7\u00e3o e profissionalizar a sua atividade. Esta transforma\u00e7\u00e3o est\u00e1 a gerar novas oportunidades, mas tamb\u00e9m coloca desafios. A profissionaliza\u00e7\u00e3o, a verifica\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, a monetiza\u00e7\u00e3o e o acesso \u00e0 forma\u00e7\u00e3o est\u00e3o entre as quest\u00f5es que o setor deve enfrentar para se consolidar. 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YouTube, TikTok e Instagram permiten que propuestas nacidas en ciudades como Lagos, Accra o Nairobi alcancen p\u00fablicos mucho m\u00e1s all\u00e1 de sus fronteras. De las redes a una profesi\u00f3n El fen\u00f3meno va m\u00e1s all\u00e1 del entretenimiento. Los creadores digitales se han convertido tambi\u00e9n en nuevos actores de la comunicaci\u00f3n, capaces de informar, divulgar y generar comunidades alrededor de intereses muy diversos. Seg\u00fan un estudio impulsado por UNESCO, el 67% de las personas de entre 18 y 35 a\u00f1os consultadas en \u00c1frica recurre a las redes sociales para informarse, mientras que el 73% de los creadores entrevistados mostr\u00f3 inter\u00e9s en recibir formaci\u00f3n y profesionalizar su actividad. Esta transformaci\u00f3n est\u00e1 generando nuevas oportunidades, pero tambi\u00e9n plantea retos. La profesionalizaci\u00f3n, la verificaci\u00f3n de la informaci\u00f3n, la monetizaci\u00f3n y el acceso a formaci\u00f3n se encuentran entre las cuestiones que el sector debe afrontar para consolidarse. Una nueva generaci\u00f3n con audiencia propia UNESCO ha comenzado a prestar una atenci\u00f3n espec\u00edfica a este fen\u00f3meno y en 2025 reuni\u00f3 a creadores de Ghana y Nigeria junto a representantes de universidades africanas para debatir c\u00f3mo mejorar su formaci\u00f3n y profesionalizaci\u00f3n. La organizaci\u00f3n tambi\u00e9n se\u00f1ala que los creadores alcanzan millones de personas o comunidades muy especializadas, convirti\u00e9ndose en actores relevantes dentro del ecosistema digital. M\u00e1s all\u00e1 de las cifras, las plataformas est\u00e1n permitiendo que los propios creadores definan qu\u00e9 historias quieren contar y c\u00f3mo quieren hacerlo. 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Humor, m\u00fasica, gastronom\u00eda, actualidad, moda o educaci\u00f3n conviven en un ecosistema digital en el que las fronteras geogr\u00e1ficas tienen cada vez menos peso. 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